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Organização Mundial de Saúde (OMS). Abortamento seguro: Orientação técnica e de políticas para sistemas de saúde. 2ª edição.2011. Durante as últimas duas décadas, a evidência relacionada com a saúde, as tecnologias e os fundamentos lógicos dos direitos humanos para propiciar um atendimento seguro e integral para a realização de abortamentos avançou amplamente. Apesar desses avanços, estima-se que a cada ano são feitos 22 milhões de abortamentos em condições inseguras, acarretando a morte de cerca de 47.000 mulheres e disfunções físicas e mentais em outras 5 milhões de mulheres (7). Na pratica, cada uma destas mortes e disfunções físicas e mentais poderia ter sido evitada através da educação sexual, do planejamento familiar e do acesso ao abortamento induzido de forma legal e segura, juntamente com uma atenção às complicações decorrentes do abortamento. Em praticamente todos os países desenvolvidos, os abortamentos em condições seguras têm amparo legal, por exclusiva solicitação da mulher ou sobre uma ampla base social e econômica, e é possível dispor e ter acesso facilmente aos serviços em geral. Nos países onde o abortamento induzido legal está sumamente restrito ou não está disponível, na maioria das vezes o abortamento seguro se torna um privilégio dos ricos, e as mulheres de baixa renda são mais suscetíveis a procurar métodos inseguros de abortamento, que provocam a morte e morbidades, gerando responsabilidade social e financeira para o sistema de saúde pública.
1: Doubilet PM, Benson CB, Bourne T, Blaivas M; Society of Radiologists in Ultrasound Multispecialty Panel on Early First Trimester Diagnosis of Miscarriage and Exclusion of a Viable Intrauterine Pregnancy, Barnhart KT, Benacerraf BR, Brown DL, Filly RA, Fox JC, Goldstein SR, Kendall JL, Lyons EA, Porter MB, Pretorius DH, Timor-Tritsch IE Diagnostic criteria for nonviable pregnancy early in the first trimester. N Engl J Med. 2013 Oct 10;369(15):1443-51. doi: 10.1056/NEJMra1302417. Review. PubMed PMID: 24106937. Over the past two to three decades, pelvic ultrasonography and measurement of the serum concentration of human chorionic gonadotropin (hCG) (Table 1) have become mainstays in the diagnosis and management of early-pregnancy problems. These tests, which allow earlier detection of pregnancy and more accurate diagnosis of its complications than were previously possible, have revolutionized the management of intrauterine pregnancies and markedly reduced the morbidity and mortality associated with ectopic pregnancy.A false positive diagnosis of nonviable pregnancy early in the first trimester — incorrectly diagnosing pregnancy failure in a woman with an intrauterine gestational sac or ruling out viable intrauterine gestation in a woman with a pregnancy of unknown location — can prompt interventions that damage a pregnancy that might have had a normal outcome. Recent research has shown the need to adopt more stringent criteria for the diagnosis of nonviability in order to minimize or avoid false positive test results. The guidelines presented here, if promulgated widely to practitioners in the varivarious specialties involved in the diagnosis and management of problems in early pregnancy, would improve patient care and reduce the risk of inadvertent harm to potentially normal pregnancies.